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	<title>Comentários sobre: Aos bibliotecários, com carinho</title>
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	<description>Gestão do conhecimento dá samba...</description>
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		<title>Por: Lígia Pamplona</title>
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		<dc:creator>Lígia Pamplona</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:39:53 +0000</pubDate>
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		<description>Olá a todos! Sérgio, eu já havia lido este seu artigo logo quando foi publicado e encaminhei à comunidade de cientistas da informação da USP de Ribeirão Preto, da qual eu faço parte. Hoje, que estou em reta final da graduação, TCC a mil, me peguei pensando na questão colocada e vim aqui reler seu texto. É de fato muito difícil ser um &quot;cientista da informação&quot;, nós enxergamos o mercado, porém ele não nos enxerga ainda.. difícil! E sobre nos tornarmos excelência em conhecimento, me decepciona estar formando na USP e ainda ter uma grade curricular tão mesosóica que faz jus a esse status de bibliotecário engessado que não evolui. Com certeza, depende muito de nosso trabalho e de buscar que nos enxerguem, contudo é sempre uma esperança saber que há pessoas como você e as demais que já participaram aqui, que sabem que ainda nem começamos.. Um grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos! Sérgio, eu já havia lido este seu artigo logo quando foi publicado e encaminhei à comunidade de cientistas da informação da USP de Ribeirão Preto, da qual eu faço parte. Hoje, que estou em reta final da graduação, TCC a mil, me peguei pensando na questão colocada e vim aqui reler seu texto. É de fato muito difícil ser um &#8220;cientista da informação&#8221;, nós enxergamos o mercado, porém ele não nos enxerga ainda.. difícil! E sobre nos tornarmos excelência em conhecimento, me decepciona estar formando na USP e ainda ter uma grade curricular tão mesosóica que faz jus a esse status de bibliotecário engessado que não evolui. Com certeza, depende muito de nosso trabalho e de buscar que nos enxerguem, contudo é sempre uma esperança saber que há pessoas como você e as demais que já participaram aqui, que sabem que ainda nem começamos.. Um grande abraço!</p>
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	<item>
		<title>Por: Claudio Estevam Próspero</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-124</link>
		<dc:creator>Claudio Estevam Próspero</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 00:52:57 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio, Ana Neves, Aracy e demais participantes destes comentários.

Parabéns pelas colocações. Como um aficcionado dos livros desde tenra idade, mas nem por isso, alérgico às novas mídias, fiquei entusiasmado com as possibilidades abertas pela incorporação das competências dos bibliotecários às necessidades da Geração e Compartilhamento do Conhecimento para o sucesso nos tempos que correm.

Parte do reconhecimento da importância da Educação como formação maior que treinamento, pode ser vista na reportagem &quot;Todo poder para a classe média&quot;, na revista CEO Exame, de Abril de 2009 (Um novo Capitalismo?).

Percebi que a evolução do assunto esta distribuída em vários blogs e sites. Que tal abrirmos um fórum na SBGC, talvez com o título &quot;Biblioteconomia =&gt; Ciência da Informação&quot;, ou outro que julgarem mais apropriado, para facilitarmos a troca e reastreamento de informações entre os interessados pelo assunto?

Acrescento que o modelo da biblioteca foi meu foco para transferência de aprendizagem para solução de um problema de gestão de metadados em um sistema que desenvolvemos para 
uma instituição financeira. E foi muito útil para apontar o caminho para um bando de analistas de sistemas.. :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, Ana Neves, Aracy e demais participantes destes comentários.</p>
<p>Parabéns pelas colocações. Como um aficcionado dos livros desde tenra idade, mas nem por isso, alérgico às novas mídias, fiquei entusiasmado com as possibilidades abertas pela incorporação das competências dos bibliotecários às necessidades da Geração e Compartilhamento do Conhecimento para o sucesso nos tempos que correm.</p>
<p>Parte do reconhecimento da importância da Educação como formação maior que treinamento, pode ser vista na reportagem &#8220;Todo poder para a classe média&#8221;, na revista CEO Exame, de Abril de 2009 (Um novo Capitalismo?).</p>
<p>Percebi que a evolução do assunto esta distribuída em vários blogs e sites. Que tal abrirmos um fórum na SBGC, talvez com o título &#8220;Biblioteconomia =&gt; Ciência da Informação&#8221;, ou outro que julgarem mais apropriado, para facilitarmos a troca e reastreamento de informações entre os interessados pelo assunto?</p>
<p>Acrescento que o modelo da biblioteca foi meu foco para transferência de aprendizagem para solução de um problema de gestão de metadados em um sistema que desenvolvemos para<br />
uma instituição financeira. E foi muito útil para apontar o caminho para um bando de analistas de sistemas.. <img src='http://sergiostorch.com/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Aracy Machado de Campos</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-84</link>
		<dc:creator>Aracy Machado de Campos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2009 01:53:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sergiostorch.com/?p=62#comment-84</guid>
		<description>Sergio,

Depois de ler seu artigo tão interessante, real e atual sobre os bibliotecários e as bibliotecas onde você diz sobre &quot;Ficar tentado a fazer reflexões sobre o que será dessa profissão, precursora de tantas práticas imprescindíveis para a gestão de conteúdo e do conhecimento&quot;...  &quot;oportunidades de incorporação de novas competências para o exercício de novos papéis&quot;...&quot;é preciso encontrar modelos, presenciais ou virtuais, para utilizar esse capital intelectual que está disponível&quot;, entre outras.

Veja a solução &quot;diferenciada&quot; que o Governo do Estado de SP nos oferece:

São Paulo vai usar prova para selecionar temporários

AE - Agência Estado 05 de maio de 2009 Vida&amp; A18 (online)

SÃO PAULO - Apesar da polêmica provocada no início deste ano letivo, o governo do Estado de São Paulo decidiu adotar a aplicação de uma prova anual para selecionar professores temporários como política da Secretaria Estadual da Educação. 

Quem não conseguir pontuação considerada suficiente não poderá dar aulas, mas será mantido na rede numa jornada de trabalho menor, ficando responsável, por exemplo, por trabalhar em bibliotecas, infocentros ou programas de interação com pais de alunos. A medida valerá para 2010 e será anunciada hoje pelo governo. 

A criação dessa jornada diferenciada para os professores que não tiverem desempenho satisfatório no exame foi a solução encontrada pelo governo para conseguir selecionar docentes pelos seus conhecimentos sem esbarrar em questionamentos judiciais. A primeira tentativa da rede nesse sentido, a prova aplicada em dezembro do ano passado pela então secretária Maria Helena Guimarães de Castro, foi anulada pela Justiça duas vezes no início do ano, em resposta a ação civil pública movida pelo sindicato da categoria (Apeoesp). 

O argumento principal contra a prova foi que, por causa da Lei 1.010/07, que criou a São Paulo Previdência (SPPREV), entidade gestora dos benefícios previdenciários dos servidores públicos, todos os temporários que estavam na rede até 2006 são considerados efetivos por contribuírem para o sistema previdenciário do Estado. Esse entendimento não é um consenso, sendo uma interpretação da lei, defendida pela Apeoesp e corroborada pela juíza que recebeu a ação. No entanto, no início de abril, um parecer do Ministério Público defendeu outro entendimento da lei , validando a aplicação da prova. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sergio,</p>
<p>Depois de ler seu artigo tão interessante, real e atual sobre os bibliotecários e as bibliotecas onde você diz sobre &#8220;Ficar tentado a fazer reflexões sobre o que será dessa profissão, precursora de tantas práticas imprescindíveis para a gestão de conteúdo e do conhecimento&#8221;&#8230;  &#8220;oportunidades de incorporação de novas competências para o exercício de novos papéis&#8221;&#8230;&#8221;é preciso encontrar modelos, presenciais ou virtuais, para utilizar esse capital intelectual que está disponível&#8221;, entre outras.</p>
<p>Veja a solução &#8220;diferenciada&#8221; que o Governo do Estado de SP nos oferece:</p>
<p>São Paulo vai usar prova para selecionar temporários</p>
<p>AE &#8211; Agência Estado 05 de maio de 2009 Vida&amp; A18 (online)</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Apesar da polêmica provocada no início deste ano letivo, o governo do Estado de São Paulo decidiu adotar a aplicação de uma prova anual para selecionar professores temporários como política da Secretaria Estadual da Educação. </p>
<p>Quem não conseguir pontuação considerada suficiente não poderá dar aulas, mas será mantido na rede numa jornada de trabalho menor, ficando responsável, por exemplo, por trabalhar em bibliotecas, infocentros ou programas de interação com pais de alunos. A medida valerá para 2010 e será anunciada hoje pelo governo. </p>
<p>A criação dessa jornada diferenciada para os professores que não tiverem desempenho satisfatório no exame foi a solução encontrada pelo governo para conseguir selecionar docentes pelos seus conhecimentos sem esbarrar em questionamentos judiciais. A primeira tentativa da rede nesse sentido, a prova aplicada em dezembro do ano passado pela então secretária Maria Helena Guimarães de Castro, foi anulada pela Justiça duas vezes no início do ano, em resposta a ação civil pública movida pelo sindicato da categoria (Apeoesp). </p>
<p>O argumento principal contra a prova foi que, por causa da Lei 1.010/07, que criou a São Paulo Previdência (SPPREV), entidade gestora dos benefícios previdenciários dos servidores públicos, todos os temporários que estavam na rede até 2006 são considerados efetivos por contribuírem para o sistema previdenciário do Estado. Esse entendimento não é um consenso, sendo uma interpretação da lei, defendida pela Apeoesp e corroborada pela juíza que recebeu a ação. No entanto, no início de abril, um parecer do Ministério Público defendeu outro entendimento da lei , validando a aplicação da prova. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Flammarion Cysneiros</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-82</link>
		<dc:creator>Flammarion Cysneiros</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 01:10:09 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Sérgio,

Ótimo texto acerca de nós bibliotecários &quot;cientistas da informação&quot;. A terminologia Gestão da Informação e do Conhecimento tem sido bastante difundida por tantas outras áreas do conhecimento, Administração, Sistemas da informação, TI, etc. Quando nós Bibliotecários passávamos apenas como coadjuvantes desta revolucão da informação. 

Sinto-me co-autor deste seu texto apesar de não ter escrito, porém trago no meu DNA profissional estes conceitos.

Seus &quot;posts artigos&quot; estarão linkados no meu blogroll.

PS: Estamos atenados no projeto PEIEX do IEL, em breve novas informações.

Abraços,

Flammarion Cysneiros
Bibliotecário de formação e Cientista da Informação de Profissão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Sérgio,</p>
<p>Ótimo texto acerca de nós bibliotecários &#8220;cientistas da informação&#8221;. A terminologia Gestão da Informação e do Conhecimento tem sido bastante difundida por tantas outras áreas do conhecimento, Administração, Sistemas da informação, TI, etc. Quando nós Bibliotecários passávamos apenas como coadjuvantes desta revolucão da informação. </p>
<p>Sinto-me co-autor deste seu texto apesar de não ter escrito, porém trago no meu DNA profissional estes conceitos.</p>
<p>Seus &#8220;posts artigos&#8221; estarão linkados no meu blogroll.</p>
<p>PS: Estamos atenados no projeto PEIEX do IEL, em breve novas informações.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Flammarion Cysneiros<br />
Bibliotecário de formação e Cientista da Informação de Profissão.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Aracy Machado de Campos</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-80</link>
		<dc:creator>Aracy Machado de Campos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 01:03:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sergiostorch.com/?p=62#comment-80</guid>
		<description>ForLibraryLovers

Você, Nós e as bibliotecas HOJE.

Como em outros países industrializados, “ler” na Alemanha, significa cada vez mais “ler no monitor”, mas a maioria não abriria mão do livro impresso. 

&quot;*...Em São Paulo, os grandes centros de convivência são os shoppings. Em Bogotá, os shoppings não conseguem tirar público das bibliotecas. O espaço público em Bogotá é precário. As bibliotecas foram pensadas como espaço público comunitário. A arquitetura não é apenas para ler, é para se encontrar. É diferente das bibliotecas americanas. Não são de portas fechadas. Elas são cercadas por espaços culturais, com que dialogam...&quot;

No Brasil, bibliotecas públicas são mais usadas para trabalhos escolares. Como transformá-las em centros culturais? Quando há espaços públicos bons, as pessoas sabem aproveitar. O Centro Cultural São Paulo está sempre cheio.

A monumental nova biblioteca de Pequim (2008), foi preparada para receber 12 milhões de livros, mas atualmente tem 600 mil. Os primeiros andares da biblioteca destinam-se à tradicional coleção Si Ku Quan Shu, que representa o passado da China. Em seguida encontra-se um amplo espaço para o acervo contemporâneo. Logo acima, uma aposta no futuro por meio da Biblioteca Digital. Uma junção premeditada de passado, presente e futuro.

Se há uma boa idéia que vem ganhando espaço na Internet é a nova forma de relacionamento com os livros e as demais mídias que ganham espaço e importância dos leitores ao redor do mundo.  

- A biblioteca em si não é obsoleta, é só mudar;
- Pesquisas mostram que bibliotecas atraem mais pelos computadores disponíveis do que pelo acervo;
- Bibliotecas físicas podem adaptar-se a mudança cultural:
- Maximizando a natureza social e interativa do espaço físico das bibliotecas;
- Oferecendo novas possibilidades para servir os seus clientes em novas formas e direções;
- Organizando-se de acordo com parâmetros estabelecidos pelos usuários com o objetivo de compartilhar opiniões;
- Cruzando oceanos e relacionando-se com o mundo. A idéia é que seja livre, viaje;
- Aprendendo, conhecendo e executando pesquisas na mídia digital;
- Conhecendo e tirando partido dos diversos serviços e projetos existentes na cadeia de valor como um todo. Abordagens inovadoras em atividades de desenolvimento de serviços.
- E o estilo de vida muda, forjado pelos novos meios e comunicação eletrônica;
- Mas agora, como um wiki-site, tendo como objetivo potencializar a sabedoria das multidões para criar e elevar a taxa de publicação. O melhor conteúdo das comunidades;
- Iserindo e mostrando seus livros, textos, vídeos, podcasts, pensamentos....Pessoas interessantes, etiquetas...
- Surge uma nova geração, a &quot;Y&quot; formada por jovens de 18 a 30 anos aficionados por tecnologia...E muito mais!

(*Bibliotecas dão nova fama a Bogotá. Folha de São Paulo)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ForLibraryLovers</p>
<p>Você, Nós e as bibliotecas HOJE.</p>
<p>Como em outros países industrializados, “ler” na Alemanha, significa cada vez mais “ler no monitor”, mas a maioria não abriria mão do livro impresso. </p>
<p>&#8220;*&#8230;Em São Paulo, os grandes centros de convivência são os shoppings. Em Bogotá, os shoppings não conseguem tirar público das bibliotecas. O espaço público em Bogotá é precário. As bibliotecas foram pensadas como espaço público comunitário. A arquitetura não é apenas para ler, é para se encontrar. É diferente das bibliotecas americanas. Não são de portas fechadas. Elas são cercadas por espaços culturais, com que dialogam&#8230;&#8221;</p>
<p>No Brasil, bibliotecas públicas são mais usadas para trabalhos escolares. Como transformá-las em centros culturais? Quando há espaços públicos bons, as pessoas sabem aproveitar. O Centro Cultural São Paulo está sempre cheio.</p>
<p>A monumental nova biblioteca de Pequim (2008), foi preparada para receber 12 milhões de livros, mas atualmente tem 600 mil. Os primeiros andares da biblioteca destinam-se à tradicional coleção Si Ku Quan Shu, que representa o passado da China. Em seguida encontra-se um amplo espaço para o acervo contemporâneo. Logo acima, uma aposta no futuro por meio da Biblioteca Digital. Uma junção premeditada de passado, presente e futuro.</p>
<p>Se há uma boa idéia que vem ganhando espaço na Internet é a nova forma de relacionamento com os livros e as demais mídias que ganham espaço e importância dos leitores ao redor do mundo.  </p>
<p>- A biblioteca em si não é obsoleta, é só mudar;<br />
- Pesquisas mostram que bibliotecas atraem mais pelos computadores disponíveis do que pelo acervo;<br />
- Bibliotecas físicas podem adaptar-se a mudança cultural:<br />
- Maximizando a natureza social e interativa do espaço físico das bibliotecas;<br />
- Oferecendo novas possibilidades para servir os seus clientes em novas formas e direções;<br />
- Organizando-se de acordo com parâmetros estabelecidos pelos usuários com o objetivo de compartilhar opiniões;<br />
- Cruzando oceanos e relacionando-se com o mundo. A idéia é que seja livre, viaje;<br />
- Aprendendo, conhecendo e executando pesquisas na mídia digital;<br />
- Conhecendo e tirando partido dos diversos serviços e projetos existentes na cadeia de valor como um todo. Abordagens inovadoras em atividades de desenolvimento de serviços.<br />
- E o estilo de vida muda, forjado pelos novos meios e comunicação eletrônica;<br />
- Mas agora, como um wiki-site, tendo como objetivo potencializar a sabedoria das multidões para criar e elevar a taxa de publicação. O melhor conteúdo das comunidades;<br />
- Iserindo e mostrando seus livros, textos, vídeos, podcasts, pensamentos&#8230;.Pessoas interessantes, etiquetas&#8230;<br />
- Surge uma nova geração, a &#8220;Y&#8221; formada por jovens de 18 a 30 anos aficionados por tecnologia&#8230;E muito mais!</p>
<p>(*Bibliotecas dão nova fama a Bogotá. Folha de São Paulo)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Neves</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-79</link>
		<dc:creator>Ana Neves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 20:07:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sergiostorch.com/?p=62#comment-79</guid>
		<description>Sérgio,
Que texto tão interessante e bem escrito. Parabéns!
Pegando no texto da Márcia escrevi &lt;a href=&quot;http://kmol.online.pt/blog/2009/04/28/do-papel-dos-bibliotecarios&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;um pequeno texto no KMOL&lt;/a&gt; relacionando as vossas ideias e avançando com mais algumas questões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio,<br />
Que texto tão interessante e bem escrito. Parabéns!<br />
Pegando no texto da Márcia escrevi <a href="http://kmol.online.pt/blog/2009/04/28/do-papel-dos-bibliotecarios" rel="nofollow">um pequeno texto no KMOL</a> relacionando as vossas ideias e avançando com mais algumas questões.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: portal KMOL &#187; Blog Archive &#187; Do Papel dos Bibliotecários</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-78</link>
		<dc:creator>portal KMOL &#187; Blog Archive &#187; Do Papel dos Bibliotecários</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 16:11:44 +0000</pubDate>
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		<description>[...] primeira reflexão foi a do Sérgio Storch no seu blog Vou vivendo&#8230;. Com o título &#8220;Aos bibliotecários, com carinho&#8220;, o texto de Storch considera a forma como o papel dos bibliotecários tem mudado ou deveria [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] primeira reflexão foi a do Sérgio Storch no seu blog Vou vivendo&#8230;. Com o título &#8220;Aos bibliotecários, com carinho&#8220;, o texto de Storch considera a forma como o papel dos bibliotecários tem mudado ou deveria [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Kátia Maria Costa</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-76</link>
		<dc:creator>Kátia Maria Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 11:44:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sergiostorch.com/?p=62#comment-76</guid>
		<description>Sergio, é bom saber que outras pessoas respeitam o bibliotecário como um profissional necessário à sociedade.
Acabei de me formar na UDESC, entrei no mercado de trabalho e ja pecebo as dificuldades de atuar e ser reconhecido.
Concordo em tudo que escreveu. 
As novas tecnologias estão disponíveis, mas a tanto no Brasil a se fazer, relacionado a leitura e ao livro (fisico ou virtual),
Lendo Retratos da Leitura no Brasil, se constata o quanto somos necessarios para o desenvolvimento da educação neste enorme país, só precisamos ser reconhecidos tambem pelos setores da educação, professores que ainda tem o bibliotecario como um concorrente e nao como um aliado.
Mas isso vai mudar, e quero com certeza ajudar nesta empreitada.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sergio, é bom saber que outras pessoas respeitam o bibliotecário como um profissional necessário à sociedade.<br />
Acabei de me formar na UDESC, entrei no mercado de trabalho e ja pecebo as dificuldades de atuar e ser reconhecido.<br />
Concordo em tudo que escreveu.<br />
As novas tecnologias estão disponíveis, mas a tanto no Brasil a se fazer, relacionado a leitura e ao livro (fisico ou virtual),<br />
Lendo Retratos da Leitura no Brasil, se constata o quanto somos necessarios para o desenvolvimento da educação neste enorme país, só precisamos ser reconhecidos tambem pelos setores da educação, professores que ainda tem o bibliotecario como um concorrente e nao como um aliado.<br />
Mas isso vai mudar, e quero com certeza ajudar nesta empreitada.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula Carina de Araújo</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-75</link>
		<dc:creator>Paula Carina de Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 22:05:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sergiostorch.com/?p=62#comment-75</guid>
		<description>Olá Sérgio, sou bibliotecária e quero agradecer pelo seu reconhecimento à profissão. Fico muito feliz quando vejo que a biblioteconomia é vista dessa forma por pessoas como você. Acredito que os bilbiotecários precisam demonstrar o seu potencial para serem reconhecidos e concordo quando você diz que a diferenciação de um currículo é fator fundamental para trazer a profissão ao mercado e mostrar as habilidades desse profissional. Cursei a graduação na UDESC, que tem um currículo diferenciado e voltado para a formação desse novo profissional da informação, mas ainda não é o ideal. O currículo da UDESC tem um grande diferencial com relação às outras universidade e ouço entre meus colegas que se graduaram em outras instituições falarem isso. Cabe ao profissional cobrar que as universidades colaborem para formar profissionais que o mercado espera sem perder a identidade da profissão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Sérgio, sou bibliotecária e quero agradecer pelo seu reconhecimento à profissão. Fico muito feliz quando vejo que a biblioteconomia é vista dessa forma por pessoas como você. Acredito que os bilbiotecários precisam demonstrar o seu potencial para serem reconhecidos e concordo quando você diz que a diferenciação de um currículo é fator fundamental para trazer a profissão ao mercado e mostrar as habilidades desse profissional. Cursei a graduação na UDESC, que tem um currículo diferenciado e voltado para a formação desse novo profissional da informação, mas ainda não é o ideal. O currículo da UDESC tem um grande diferencial com relação às outras universidade e ouço entre meus colegas que se graduaram em outras instituições falarem isso. Cabe ao profissional cobrar que as universidades colaborem para formar profissionais que o mercado espera sem perder a identidade da profissão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcia</title>
		<link>http://sergiostorch.com/aos-bibliotecarios-um-pouco-de-%e2%80%9ctough-love%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-74</link>
		<dc:creator>Marcia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 03:52:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sergiostorch.com/?p=62#comment-74</guid>
		<description>Sérgio,

Você me estimulou com um texto excelente, pois sabe das minhas reflexões (pra não dizer reclamações) e acabei escrevendo um post no meu blog http://marciamatos.wordpress.com/. Acho que teremos um bom assunto semana que vem. Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio,</p>
<p>Você me estimulou com um texto excelente, pois sabe das minhas reflexões (pra não dizer reclamações) e acabei escrevendo um post no meu blog <a href="http://marciamatos.wordpress.com/" rel="nofollow">http://marciamatos.wordpress.com/</a>. Acho que teremos um bom assunto semana que vem. Abraços!</p>
]]></content:encoded>
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