Rainer Maria Rilke, “Cartas a um Jovem Poeta”
Trecho que amei já na adolescência, e que sempre recordo ao me defrontar com situações em que a gestão do conhecimento é vista de forma reducionista, equiparada à gestão do já conhecido.
“Seja paciente com as coisas não-resolvidas
em seu coração…
Tente amar as próprias perguntas…
Não procure agora as respostas
que não podem ser dadas
pois você não seria capaz
de vivê-las.
E o mais importante,
é viver tudo.
Viva as perguntas agora.
Talvez você possa, então,
pouco a pouco,
sem mesmo perceber,
Conviver, algum dia distante,
com as respostas.”
